Documentário do bicentenário de Napoleão: o monumento tumular em Les Invalides
Este documentário explora o bicentenário da morte de Napoleão Bonaparte e o monumental túmulo que marca o seu local de repouso final em Paris. A 5 de maio de 2021, exatamente duzentos anos após a morte do imperador na remota ilha britânica de Santa Helena, o Presidente francês Emmanuel Macron colocou-se diante do túmulo, sob a cúpula dourada de Les Invalides. O momento não foi de celebração, mas do que Macron descreveu como uma “comemoração esclarecida” — um reconhecimento ponderado de uma figura que continua a ser uma das mais divisivas da história francesa. Este documentário analisa as comemorações do bicentenário, que revelaram até que ponto o legado de Napoleão continua a moldar a identidade francesa e europeia, ao mesmo tempo que expõe as fraturas entre quem vê um génio militar e modernizador e quem recorda o imperialista que restabeleceu a escravatura. No centro destas comemorações esteve sempre o monumento tumular: um maciço sarcófago de quartzito vermelho que atrai milhões de visitantes desde que os restos mortais de Napoleão foram repatriados em 1840 e que passou por um importante restauro em preparação para o bicentenário.
A viagem de regresso: de Santa Helena a Les Invalides
Napoleão morreu a 5 de maio de 1821, exilado na ilha de Santa Helena, sob controlo britânico, no Atlântico Sul. O seu corpo foi inicialmente sepultado numa campa simples no vale de Sane, assinalada apenas por uma lápide modesta. Durante quase duas décadas, os seus restos mortais permaneceram nessa ilha remota, enquanto, em França, a sua lenda crescia. A Monarquia de Julho, procurando reconciliar um passado nacional dividido, decidiu repatriar o corpo do imperador. Em 1840, uma expedição francesa partiu para Santa Helena, exumou o caixão de Napoleão e iniciou a viagem de regresso a França.
O regresso tornou-se um acontecimento nacional. A 15 de dezembro de 1840, os restos mortais de Napoleão chegaram a Paris, onde foram transferidos para uma carruagem fúnebre puxada por dezasseis cavalos pretos. O cortejo percorreu as ruas da cidade, diante de multidões estimadas em centenas de milhares de pessoas, até alcançar Les Invalides. Ali, o corpo foi colocado na Capela de Saint-Jérôme, onde permaneceu durante mais de duas décadas, enquanto o túmulo definitivo era construído.
O arquiteto Louis Visconti concebeu o monumental túmulo que hoje ocupa o centro da igreja do Dôme. O sarcófago, talhado em quartzito vermelho — um material escolhido pela sua raridade e associações imperiais — assenta sobre uma base de granito verde. Seis caixões envolvem os restos mortais de Napoleão: um de folha-de-flandres, um de mogno, dois de chumbo, um de ébano e, por fim, o sarcófago exterior. O desenho evoca deliberadamente os túmulos imperiais da Roma Antiga, inscrevendo Napoleão numa tradição de grandes governantes. O túmulo ficou concluído em 1861 e o corpo de Napoleão foi finalmente depositado na sua localização atual a 2 de abril de 1861.
Linha temporal do último local de repouso de Napoleão:
- 5 de maio de 1821 – Morte em Santa Helena
- 9 de maio de 1821 – Primeiro enterro no vale de Sane, em Santa Helena
- 1840 – Início da repatriação para França
- 15 de dezembro de 1840 – Chegada a Paris
- 1861 – Deposição final no túmulo atual em Les Invalides
- 2021 – Comemorações do bicentenário e restauro do túmulo
No interior do túmulo: uma exploração documental do monumento
Este documentário volta-se agora para o interior do próprio monumento tumular. O Dôme des Invalides, desenhado por Jules Hardouin-Mansart e concluído em 1706, é um dos marcos mais reconhecíveis de Paris e um monumento de referência na Europa. A sua cúpula dourada, que se eleva 107 metros acima da cidade, foi originalmente concebida para homenagear Luís XIV, mas a história redefiniu o seu propósito. Hoje, funciona como necrópole nacional — um espaço sagrado onde repousam alguns dos maiores líderes militares de França. O interior cria uma atmosfera de grandeza solene: a luz atravessa o óculo da cúpula e ilumina a cripta circular abaixo, onde o monumento tumular de Napoleão ocupa o centro da cena.
Dentro do monumento tumular, os visitantes entram pela igreja principal e descem uma escadaria circular que conduz ao nível da cripta. O túmulo em si encontra-se num espaço circular, rodeado por doze imponentes colunas de mármore que representam as grandes vitórias de Napoleão pela Europa. O sarcófago de quartzito vermelho, com mais de 4 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, repousa sobre um pedestal de granito verde proveniente dos Vosgos. Ao longo do perímetro, baixos-relevos e inscrições evocam momentos-chave da carreira de Napoleão, enquanto estátuas de figuras do seu tempo montam guarda. No interior do monumento, o desenho conjuga intimidade e monumentalidade — é possível contornar o túmulo por completo, observando-o de todos os ângulos, e ainda assim a escala reforça o peso histórico do que está ali depositado.
Na cripta, este documentário mostra também que o espaço acolhe os túmulos dos irmãos de Napoleão — José e Jerónimo Bonaparte, ambos reis durante o Império — bem como de outras figuras militares de relevo. Esta disposição transforma o local num mausoléu de família e num monumento a toda uma época. O restauro realizado para o bicentenário tratou dos danos no escudo de louros que sustenta o sarcófago, limpou os pavimentos de mármore e restaurou os túmulos de José e Jerónimo, garantindo que todo o conjunto refletisse a dignidade adequada a um grande monumento nacional europeu.
Documentário do bicentenário de 2021: comemorar um monumento em plena controvérsia
Este documentário acompanha a forma como o bicentenário da morte de Napoleão coincidiu com um momento de intenso debate sobre a memória histórica em França e pela Europa. A decisão do governo de assinalar a data — anunciada pelo porta-voz Gabriel Attal em março de 2021 — desencadeou de imediato controvérsia. Historiadores, políticos e ativistas dividiram-se profundamente. Uns sublinharam os contributos de Napoleão: o Código Civil, as reformas administrativas, o Banque de France e o sistema de liceus que ainda estrutura a educação francesa. Outros concentraram-se nos aspetos mais sombrios: a restauração da escravatura em 1802, as guerras que custaram milhões de vidas na Europa e a supressão da Primeira República.
O documentário mostra como a abordagem do Presidente Macron procurou refletir essa complexidade. A 5 de maio de 2021, proferiu um discurso no Institut de France — uma instituição criada pelo próprio Napoleão — antes de depositar uma coroa no monumento tumular. As suas palavras procuraram equilibrar o reconhecimento das realizações com a admissão dos fracassos. “Napoleão faz parte de nós”, afirmou, descrevendo a decisão de restabelecer a escravatura como uma “traição”, ao mesmo tempo que elogiava o papel do imperador na formação da França moderna. A cerimónia foi deliberadamente apresentada como uma “comemoração esclarecida”, e não como celebração — uma distinção que procurava honrar a importância histórica sem endossar todos os aspetos do legado napoleónico.
A controvérsia estendeu-se para além das cerimónias oficiais. A exposição “Napoléon n’est plus” (Napoleão já não está entre nós), do Musée de l’Armée, explorou as circunstâncias da morte de Napoleão e a forma como a sua imagem evoluiu postumamente. A Grande Halle de la Villette acolheu uma grande mostra com mais de 150 peças, incluindo uma secção sobre a escravatura criada em parceria com a Fondation pour la Mémoire de l’Esclavage. Esta inclusão foi intencional — os organizadores reconheceram que qualquer documentário ou comemoração honesta teria de enfrentar os aspetos mais dolorosos do seu governo. As exposições receberam um público expressivo, apesar das restrições da COVID-19, revelando o interesse em envolver-se com esta história complexa no contexto europeu.
“Comemorar não é celebrar Napoleão. Celebrar é outra coisa. Implica um compromisso com a personagem no seu todo. Enquanto investigador, não tenho de celebrar Napoleão em particular, mas, por outro lado, não vejo motivo para que ele não seja comemorado.” — Jacques-Olivier Boudon, historiador e presidente do Institut Napoléon
Documentário do restauro: preparar o monumento para o bicentenário
Este documentário acompanha também os trabalhos de restauro que antecederam o bicentenário. Em antecipação às comemorações, a Fondation Napoléon lançou, em maio de 2019, um apelo a doações para restaurar vários monumentos em Les Invalides, com especial foco no monumento tumular de Napoleão. As obras abordaram várias questões críticas: o escudo de louros que sustenta o sarcófago tinha sido danificado por queda de pedras, os pavimentos de mármore necessitavam de limpeza e restauro e os túmulos de José e Jerónimo Bonaparte precisavam de renovação. O objetivo era concluir todos os trabalhos a tempo da “Saison Napoléon 2021”.
A campanha de angariação de fundos superou as expectativas. Foram reunidos 836 960 €, provenientes de particulares e empresas, ultrapassando a meta inicial de 800 000 €. Esta mobilização extraordinária refletiu o fascínio duradouro por Napoleão — mesmo entre quem não se considera admirador, havia o reconhecimento de que preservar este monumento é essencial para o património cultural francês e para a memória histórica europeia. O Musée de l’Armée e a Fondation Napoléon sublinharam que doações adicionais apoiariam trabalhos de restauro contínuos, garantindo que o monumento tumular e os monumentos envolventes se mantenham em excelente estado para as gerações futuras.
Os próprios trabalhos de restauro exigiram uma coordenação cuidadosa. A igreja do Dôme funciona simultaneamente como atração turística e lugar de culto ativo, pelo que as obras tinham de avançar sem perturbar em excesso os visitantes regulares nem os serviços religiosos. As equipas de conservação recorreram a técnicas especializadas para remover séculos de sujidade das superfícies de mármore, reparar elementos estruturais e restaurar detalhes decorativos. O resultado, visível aquando das cerimónias do bicentenário, foi um espaço que honra tanto o seu peso histórico como o seu papel de monumento vivo à história militar francesa — um dos locais de memória mais significativos da Europa.
Visitar o túmulo de Napoleão: um guia para Les Invalides
Les Invalides ocupa uma posição de destaque no 7.º arrondissement, de fácil acesso a partir do centro de Paris. O complexo inclui não só a igreja do Dôme, que acolhe o túmulo de Napoleão, como também o Musée de l’Armée — um dos mais importantes museus de história militar do mundo. As estações de metro mais próximas são Invalides (linhas 8 e 13), La Tour-Maubourg (linha 8) e Varenne (linha 13), todas a cerca de 5 minutos a pé. O local é ainda servido por várias linhas de autocarro e a cúpula dourada funciona como um ponto de referência visível a partir de grande parte do centro da cidade.
Uma visita ao túmulo de Napoleão começa geralmente no pátio principal de Les Invalides, onde se pode observar a impressionante fachada do edifício e compreender o propósito original do conjunto como hospital militar e casa de repouso para veteranos. A partir daí, entra-se na igreja do Dôme, subindo primeiro ao nível principal antes de descer à cripta onde se encontra o túmulo. A própria descida cria uma sensação de entrada num espaço sagrado — passando da igreja inundada de luz para o ambiente mais íntimo e concentrado da cripta.
Reserve pelo menos 1 a 2 horas para apreciar plenamente o túmulo e o museu militar envolvente. O Musée de l’Armée possui extensas coleções relacionadas com Napoleão, incluindo objetos pessoais, uniformes, armas e documentos. Estes artefactos oferecem um contexto que enriquece a experiência de contemplar o túmulo. Muitos visitantes sentem que compreender a vida e a carreira de Napoleão torna a visita mais significativa — não se trata apenas de ver um monumento, mas de se confrontar com uma figura histórica complexa, cujo impacto continua a fazer-se sentir.
Informações práticas:
- Horário de funcionamento: diariamente, 10:00–18:00 (abril–outubro), 10:00–17:00 (novembro–março)
- Encerrado: 1 de janeiro, 1 de maio, 1 de novembro, 25 de dezembro
- Bilhete combinado inclui acesso ao túmulo e ao Musée de l’Armée
- Audioguias disponíveis em vários idiomas
- Fotografia permitida (sem flash na cripta)
Documentário do bicentenário: comemorações pela Europa
Este documentário vai além de França para mostrar como o bicentenário ressoou internacionalmente pela Europa. Embora as cerimónias mais significativas tenham ocorrido em território francês, houve comemorações em vários pontos do continente. Na própria Santa Helena, onde Napoleão morreu e foi inicialmente sepultado, as homenagens incluíram uma cerimónia em Longwood House — a residência onde passou os últimos anos — e uma missa na capela do imperador. Estes eventos foram transmitidos em direto online, permitindo que públicos de todo o mundo participassem simbolicamente nas comemorações. A ilha, cuja economia depende em grande medida do turismo ligado ao exílio de Napoleão, viu no bicentenário uma oportunidade para reforçar a sua relevância histórica.
Pela Europa, a Bélgica — palco da derrota final em Waterloo — organizou grandes exposições. A Gare de Liège-Guillemins acolheu “Napoléon, au-delà du mythe” (Napoleão, para além do mito), com 350 peças autênticas, incluindo vestidos de Josefina, trajes de Napoleão e a sua tenda de campanha. O Memorial de Waterloo apresentou “Napoléon: de Waterloo à Sainte-Hélène, la naissance de la légende” (Napoleão: de Waterloo a Santa Helena, o nascimento da lenda), centrado nos últimos anos do imperador. Estas exposições ilustram a forma como diferentes nações europeias se relacionam com o legado napoleónico — para a Bélgica, ele representa simultaneamente a complexidade da história europeia e um importante atrativo turístico.
Noutros países europeus também se assinalou a data. A Itália, onde Napoleão deixou marcas profundas na administração e no direito, emitiu selos comemorativos e organizou exposições. Na Suíça, o Museu de Arenenberg apresentou uma mostra dedicada aos últimos anos de Napoleão. A resposta global demonstrou que o impacto napoleónico se estende muito para além das fronteiras francesas e que a sua memória continua a ter peso em territórios que outrora governou ou influenciou. O documentário mostra como o bicentenário se tornou, na prática, um momento em que vários países europeus refletiram sobre a sua própria relação com esta figura histórica complexa e com os monumentos que a evocam.
Conclusão do documentário: um monumento à contradição na Europa
Este documentário conclui mostrando como visitar o monumento tumular de Napoleão significa confrontar as contradições que definem o seu legado à escala europeia. Aqui jaz um homem que codificou leis que continuam a influenciar sistemas jurídicos em todo o mundo, mas que também restabeleceu a escravatura. Um estratega militar cujas campanhas redesenharam o mapa da Europa, mas cujas guerras custaram milhões de vidas. Uma figura que derrubou uma república para instaurar um império, mas cujas reformas administrativas criaram instituições duradouras. O próprio monumento tumular espelha estas tensões — é ao mesmo tempo um tributo à realização individual e um lembrete dos custos complexos da ambição.
O documentário mostrou como o bicentenário de 2021 evidenciou que estas contradições continuam por resolver na memória pública francesa e europeia. Os debates em torno das comemorações — sobre se se deveria celebrar, simplesmente comemorar ou até ignorar Napoleão — revelaram uma nação que ainda luta com a forma de recordar o seu passado. O monumento em Les Invalides é a manifestação física desta conversa em curso. Não é um santuário simples à heroicidade, nem um lugar de condenação, mas um espaço onde os visitantes podem confrontar-se com toda a complexidade da história.
Para os viajantes, este documentário revela que uma visita ao túmulo de Napoleão oferece muito mais do que um simples roteiro histórico. É uma oportunidade de observar como um país enfrenta um património difícil, de ver como a arquitetura e o ritual moldam a memória e de compreender que as grandes figuras históricas raramente cabem em categorias simples. O ano do bicentenário, com todas as polémicas e comemorações aqui narradas, mostrou que a história de Napoleão continua a evoluir — não porque os factos mudem, mas porque cada geração precisa de decidir o que esses factos significam. O monumento tumular continua, há mais de 160 anos, a ser um lugar onde história e memória se cruzam, onde o passado fala ao presente e onde os visitantes podem refletir sobre questões intemporais de poder, legado e identidade nacional na Europa — uma história que este documentário procurou registar e preservar.
Perguntas dos viajantes
Como chego ao túmulo de Napoleão em Les Invalides?
Les Invalides é facilmente acessível de metro. Apanhe a linha 8 ou 13 até à estação Invalides, a linha 8 até La Tour-Maubourg ou a linha 13 até Varenne. Todas as estações ficam a cerca de 5 minutos a pé. A cúpula dourada é visível a partir de grande parte do centro de Paris, o que facilita a orientação. O complexo situa-se no 7.º arrondissement, perto do Sena e do Musée Rodin.
Preciso de reservar bilhetes com antecedência?
Embora a reserva antecipada não seja estritamente obrigatória, é recomendada nas épocas de maior afluência turística (primavera e verão) e aos fins de semana. O bilhete combinado para o túmulo e o Musée de l’Armée pode ser adquirido online ou à entrada. Reservar com antecedência ajuda a evitar filas e a garantir a visita na hora que mais lhe convém. Muitas visitas guiadas incluem acesso com “salta-filas”.
Quanto tempo devo reservar para visitar Les Invalides?
Conte com 2 a 3 horas para uma visita completa. Este tempo permite-lhe ver o túmulo de Napoleão, explorar a cripta e visitar o Musée de l’Armée, que possui vastas coleções napoleónicas. Se tiver particular interesse em história militar ou quiser percorrer todas as galerias, poderá facilmente passar 4 horas no local. O túmulo em si pode ser visitado em 30 a 45 minutos, mas o contexto envolvente enriquece muito a experiência.
Qual foi a controvérsia em torno do bicentenário de 2021?
O bicentenário desencadeou um debate sobre se França deveria ou não comemorar Napoleão, tendo em conta o restabelecimento da escravatura em 1802 e o seu papel na queda da Primeira República. Alguns defenderam que comemorar equivaleria a celebrar, enquanto outros traçaram uma distinção entre comemoração (reconhecer a importância histórica) e celebração (endossar todas as ações). A abordagem do Presidente Macron foi “comemorar, não celebrar”, reconhecendo simultaneamente conquistas e falhas. O debate refletiu questões mais amplas sobre a forma como os países devem recordar figuras históricas complexas.
É permitido fotografar no interior do túmulo?
Sim, a fotografia é permitida em todo o complexo de Les Invalides, incluindo na cripta onde se encontra o túmulo de Napoleão. No entanto, o uso de flash não é permitido na área da cripta, pois pode danificar o mármore e outros materiais sensíveis. A iluminação foi pensada para criar uma atmosfera solene, e a luz natural proveniente da cúpula oferece luminosidade suficiente para fotografar sem flash. Seja respeitoso para com outros visitantes e com quaisquer celebrações religiosas que possam estar a decorrer.
Para orientação personalizada, contexto histórico e acesso fluido ao túmulo de Napoleão e a Les Invalides, contacte o nosso Tour Concierge através de support@onejourneytours.com.